domingo, 17 de junho de 2012

Pequenos mimos para quem não sabe o que fazer com o cartão alimentação

Manteiga Aviação, feita com creme de leite e urucum.Da época que serviam refeições decentes nos vôos;


Esponja Mágica, item indispensável para a limpeza da casa. Serve para retirar manchar de paredes pintadas com tinta látex ou acrílica.Só não apaga as mágoas do passado



Sabão líquido Woolite Roupas Escuras, ótimo para camisetas petras e pensamentos ruins.


sábado, 16 de junho de 2012

É Vale Tudo ou Vale Nada?

Vale Alimentação é um benefício que recebemos para que possamos fazer as compras do mês. Em muitas empresas se tornou um importante componente do salário, uma forma de pagar mais ao funcionário e reduzir os custos com a tributação.

Existem estabelecimentos que aceitam o Vale Alimentação para comprar de feijão a fogão. Este era o caso do Walmart de Vitória. Era, porque agora para não dá pra comprar sequer sabão com o cartão, a não ser que compre junto o feijão.

Assim é o Brasil, onde tudo é levado ao extremo. As regras ou são ignoradas ou aplicadas a ferro e fogo. É o caso da lei do bafômetro, que agora ameaça deter até quem usa Listerine. E sempre aparece um defensor da lei e da ordem, exigindo regras mais rígidas. Um Demóstenes Torres ou um Datena. Mas no final, esses geralmente se revelam não muito seguidores da lei.

Eu, como pessoa de bom-senso, sou contrário a tais leis rigorosas, que na pratica não contribuem para melhorar a sociedade e quase sempre são burladas ou contestadas. Não por acaso, o Walmart de Vitória anda vazio enquanto o Carone encontra-se lotado. Logo, a necessidade de sobrevivência falará mais alto e tudo voltará a ser como antes.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A Tribuna: a diferença entre informar e desinformar


Regularmente, o jornal capixaba A Tribuna publica textos sobre como um funcionário de uma empresa se deve comportar no ambiente de trabalho. Algo típico de um jornal que tem como leitores pessoas desesperadas por conseguir algo na vida profissional. Na ânsia de chamar a atenção e vender mais, o jornal publica reportagens que não expressam a verdade. Um bom exemplo foi a reportagem publicada no dia 14.06 sobre uma enfermeira demitida de um hospital em Pernambuco por comportamento inadequado.

Segundo a reportagem, a mesma foi demitida por justa causa depois que publicou fotos do trabalho no Orkut. A enfermeira entrou com um processo na justiça, mas o TST decidiu manter a demissão por justa causa. Tal fato levou A Tribuna, num tom sensacionalista, a alertar os trabalhadores sobre o perigo de se colocar fotos do trabalho nas redes sociais.

O que o jornal não explicou adequadamente é que a enfermeira não foi demitida simplesmente por colocar fotos do trabalho numa rede social, mas, essencialmente, por publicar imagens "de brincadeiras nitidamente inadequadas". Essas imagens, num ambiente de trabalho, com a logomarca do hospital visível, tinha um efeito desabonador ao hospital e as funcionárias que apareciam nas imagens. E como mostrar um funcionário do McDonald numa foto, tirada como brincadeira, cuspindo num hambúrguer. Da mesma forma, uma pessoa poderá pensar duas vezes em usar os serviços de um hospital onde as enfermeiras parecem mais preocupadas em se apalpar do que cuidar dos pacientes. Portanto, esse é o real motivo da demissão, omitida pelo veículo.

O jornal A Tribuna, ao contar apenas metade da história, a distorce e cria uma verdade que não existe. Ao invés de informar, desinforma, contribuindo para se criar uma realidade falsa, nociva as já tensas relações no trabalho. Não é essa a sociedade que almejamos, onde o ambiente de trabalho seja visto como um lugar onde as pessoas devem abrir mão de suas personalidades e virarem meras peça de uma engrenagem. Numa época que defendemos a responsabilidade social, o jornal A Tribuna age sem muito compromisso com a ética jornalistica, fazendo um tipo de sensacionalismo que visa apenas manter seus leitores, explorando seu desejo de obter algo que lhes proporcionem o sucesso profissional.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Animate: comentários de Neal Peart

"Espero que esteja claro que é sobre uma pessoa. Está um pouco vaga de propósito para parecer que poderia ser sobre um relacionamento entre duas pessoas e quase uma canção de amor em certo sentido. Mas, isso tornou-se certamente um clichê através dos anos 80, o moderno homem sensível e isto estava errado de várias formas. Direcionei minha pesquisa, se você preferir, para isto, todos os lugares desde Carl Jung a Camille Paglia, e sobre o que o homem moderno deveria ser. E para muitas pessoas nos anos 80, o homem moderno deveria ser uma mulher, sabe, sensível e que alimenta, e tudo, e perder completamente o lado masculino do personagem, o "animus". Então, lendo e pensando sobre isso e observando certas pessoas a minha volta e como elas comportavam-se e como elas fingiam ser.... como elas fingiam realmente ser e por aí vai. Tornou-se um pouco uma peça de homens fingindo serem mais sensíveis do que eles eram de fato e às vezes mulheres fingindo serem mais agressivas do que de fato eram.

Então foi basicamente defender um equilíbrio disso, eu sinto que, sim, os homens têm um grande componente feminino em sua natureza, não poderia ser diferente. É natural, novamente como counterparts somos ambos duplicados e opostos. A definição da palavra (counterparts) no dicionário Oxford inclui ambas essas coisas. Então isso é definitivamente verdade para os gêneros também e na música eu estava tentando chegar na idéia de que você pode ser forte e sensível, você pode ser ambicioso e sutil, realmente, mas não negar um dos dois e mantê-los em equilíbrio. Então a metáfora do domínio e da submissão tinham que fazer parte do jogo, mas eu a usei como uma pessoa dominando a si mesma, neste caso, porque é um homem. Ele está dominando seu lado sutil, mas ao mesmo tempo ele também tem que dominar suas palavras com 'a' - agressão, ambição e as coisas tradicionalmente masculinas biologicamente, que apesar de todas as mudanças sociológicas modernas, estamos nos últimos 20 ou 30 anos da revolução sexual, tentando mudar dezenas de milhares de anos de evolução humana: realmente, homem como o caçador e mulher como a que alimenta.

Então estas coisas têm que ser reconhecidas, e sim, podemos mudá-las, mudamos muitas coisas. Sabe, éramos confortáveis com a escravidão e nos chamávamos Cristãos; isto está mudado hoje. Há definitivamente mudanças que podemos fazer agindo mais civilizadamente, mas ao mesmo tempo é tolo negar que isso corre em nossas veias. Então a música tenta realmente reconciliar esta coisa muito complicada mas também muito atual."

Neil Peart
na première mundial do CP em 14/10/93
http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?tid=5667869642466714777&cmm=117923&hl=pt-BR



Animate

Polarize-me
Sensibilize-me
Critique-me
Civilize-me
Compense-me
Alegre-me
Complique-me
Exalte-me

Deusa em meu jardim
Irmã em minha alma
Anjo em minhas defesas
Atriz no meu papel

Filha de uma amante do demônio
Imperatriz do rosto escondido
Sacerdotisa da mãe pagã
Rainha Matriarca do Espaço Interno

Espírtio para minha alma
Dupla em meu papel
Alterada a minha imagem
Esforço para manter o controle

Amante do inconsciente obscuro
Sereia do mar lunar
Filha das grndes maravilhas
Irmã do garoto dentro de mim

Minha sósia -- meu coração tolo
O homem deve aprender a controlar sua parte carinhosa
Um toque direto -- um amigo gentil
O homem deve construir uma fortaleza para se defender

Um rosto secreto -- um toque de graça
O homem deve aprender a dar um pouco mais de espaço
Um estado de paz -- uma característica submissa
O homem deve aprender a gentilmente dominar

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Economia, segundo a Folha de São Paulo

Manchete da Folha On Line

"Queda nas reservas americanas derruba preços do petróleo", publicado em 08/09/2011

É mais ou menos como dizer "falta de tomate na feira faz preços do produto cair".

O texto foi copiado de uma agência de notícias, mas a manchete foi criada por alguém da Folha, que não entende nada de economia.

domingo, 17 de julho de 2011

O erro de Obama

Quando assumiu a presidência, Obama pegou os EUA no auge da crise econômica. Era de se esperar que dessa prioridade absoluta a recuperação econômica. Porém, bastou sair o primeiro indicador positivo para alterar suas prioridades.
A reforma da saúde virou o objetivo principal. É verdade que ela poderia até reduzir o déficit orçamentário no futuro, mas demandou um enorme esforço da administração, enquanto a economia continuava cambaleante. Sem recuperação, as expectativas de recuperação da arrecadação de impostos se frustraram e o déficit orçamentário cresceu.
Para piorar, Obama não cumpriu de imediato uma de suas promessas de campanha: a retirada de tropas do Iraque e Afeganistão. Pelo contrário, para dar o golpe final elevou o número de soldados no Afeganistão e, conseqüentemente, os custos. Os recursos que poderiam ser injetados na economia foram para a área militar. Novamente, gastos crescentes e arrecadação insuficiente.
Agora os EUA estão a ponto de dar um histórico calote na dívida. O efeito imediato seria a dificuldade para captar recursos, com a conseqüente elevação dos juros e custos a serem pagos, o que levaria a um círculo vicioso. Para evitar a catástrofe, Obama, como todo bom democrata, apresenta como solução o aumento de impostos. E para conquistar o apoio popular, diz que o aumento vai atingir os ricos.
Os republicanos, corretamente, não estão aceitando a proposta de Obama, pois sabem que hoje são os ricos, mas amanhã serão os pobres. O déficit norte-americano não vai se resolver com o simples aumento de impostos. A solução seria a recuperação da economia, que no governo Obama ficou em segundo plano. Cortar gastos sociais pode parecer cruel, mas evitaria algo pior que seria a elevação dos custos para quem produz e o conseqüente desestímulo ao investimento.
A imprensa brasileira compra o demagogismo de Obama e acredita em suas falácias, vendendo a imagem dos republicanos como camaradas dos magnatas. De fato, os republicanos não são santos, até porque foi Bush quem provocou a volta do déficit aos EUA. Mas no momento atual, a posição dos republicanos é a mais correta.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Fernando Pimentel e o BNDES

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, resolveu assumir a posição de porta-voz do governo no caso da fusão do Carrefour com o Pão de Açúcar. Contudo, seus argumentos são tão fracos que o mais provável é que ele seja “fritado” por conta de seu apoio.
Nesse momento, a possibilidade da fusão vingar é muito pequena, até porque o grupo Casino elevou sua participação no Pão de Açúcar, podendo barrar o negócio com relativa facilidade. O imbróglio vai cair no colo do governo e, num eventual fracasso, Pimentel acabará como Cristo.
É uma história tão absurda que já podemos classificar Pimentel um neo-aloprado

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Impressoras térmicas

No início, as impressoras térmicas serviam para imprimir fax ou etiquetas. Depois passaram a ser usadas na impressão de recibos. Por fim, servem para imprimir cupons e notas fiscais.
A ausência de cartucho tornam as impressoras térmicas baratas e com reduzida manutenção. Contudo, aquilo que é impresso, dependendo da qualidade do papel, pode ter pouca durabilidade. Exposto ao sol, o que está impresso simplesmente desaparece.
Alguns estados, como Minas Gerais, exige que o papel mantenha a qualidade da impressão por, pelo menos, cinco anos. Mas sem fiscalização, a determinação simplemente é ignorada.
Hoje, quem faz uma compra de um produto que possui garantia precisa tirar uma xerox do cupom. O MP e os órgãos de fiscalização fazem de conta que o problema não existe. No final, quem leva a pior é o consumidor.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Springer Carrier, Ambience e os otários

Então, após sete meses de uso o split deixou de refrigerar. Ligo para a Carrier para buscar a assistência técnica. O que a Springer Carrier diz: a Ambience não é autorizada. Apesar de na fachada da loja da Ambience Ar e Gourmet ter apenas um belo e lustoso logo da Carrier, ela não é autorizada. Portanto, não há garantia no produto.

Curioso, então a Springer Carrier coloca sua marca numa empresa que se torna sua principal revendedora no estado do Espírito Santo, mas ela não é uma autorizada e quem for o incauto que lá comprar estará, sem saber, comprado um produto sem garantia.

Ou seja, os compradores de Springer Carrier no Espiríto Santo não passam de otários.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Nova subscrição de FFCII11

A Rio Bravo anunciou uma nova subscrição do fundo FFCI11. Como o preço de subscrição será pelo valor médio negociado nos 2 meses anteriores ao término do período de subscrição, podemos esperar que o preço da cota afunde nos próximos dias.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

BBC diz que há galáxia no interior de nossa galáxia

Um erro grosseiro de tradução foi cometido neste dia 18 de maio pela BBC Brasil. Pior, a matéria, absurda, foi reproduzida pelos principais jornais brasileiros, sem qualquer correção.

Com o título “Astrônomos japoneses afirmam ter descoberto novo tipo de planeta”, abordava a descoberta de planetas que não estavam orbitando a nenhuma estrela. No meio do texto está descrito o local onde se localiza esses planetas:

“Segundo os astrônomos, os planetas estão localizados em uma galáxia chamada Bulge, que fica no centro da Via Láctea.”

Qualquer pessoa que cursou o segundo grau sabe que a “Via Láctea” e a nossa galáxia e que não nenhuma outra galáxia no interior dela. Agora o texto original, retirado do site da BBC:

“The researchers examined data collected from microlensing surveys of what is called the Galactic Bulge, the central area of our own Milky Way.”

Traduzindo, bulge significa bojo. Então o correto seria: “da região denominada ‘bojo da galáxia”’ a parte central da Via Láctea”, o que faz sentido, pois a região central da Via Láctea de fato possuí uma saliência. Mas não é uma galáxia dentro da galáxia, mas uma região de nossa galáxia.

A própria matéria em inglês é falha. Outros jornais tiveram uma melhor explicação. O incrível foi como os tradutores da BBC conseguiram piorar o texto, fazendo uma afirmação absurda. Para completar, Terra, Folha, Estadão, Globo e diversos outros jornais reproduziram sem qualquer critica ao que estava escrito. Exemplo de como anda a qualidade de nosso jornalismo.

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/917753-astronomos-japoneses-afirmam-ter-descoberto-novo-tipo-de-planeta.shtml

domingo, 24 de abril de 2011

Sacola plástica é o tipo mais sustentável, diz estudo

Publicado na Exame de 11/04/2011

Estudo feito no Reino Unido mostrou que outros tipos de sacola devem ser usadas mais vezes para causar menos danos

São Paulo - As sacolinhas plásticas de supermercado causam menos danos ambientais que outros modelos, quando a comparação leva em conta o uso da sacola uma única vez, defende um estudo da Agência Ambiental da Inglaterra. A pesquisa do órgão governamental inglês explica que sacolas de papel, plástico resistente (polipropileno) e algodão consomem mais matéria-prima e energia para sua fabricação. Por isso, teriam que ser reutilizadas 3, 11 ou 131 vezes, respectivamente, para causar menos danos ambientais que uma sacola plástica usada apenas uma vez.

O estudo divulgado em fevereiro no Reino Unido analisa, especificamente, o potencial de aquecimento global dos diferentes modelos de sacolas. Para isso, os pesquisadores Chris Edwards e Jonna Meyhoff Fry acompanharam o ciclo de vida (extração de matéria-prima, manufatura, distribuição, uso, reuso e descarte) de cada modelo. Em cada uma das etapas do ciclo de vida, foi contabilizada a quantidade de gases causadores do efeito estufa emitidos pelo consumo de energia na fabricação e no transporte das mercadorias, além dos desperdícios de materiais durante o processo.

A partir desse acompanhamento, os pesquisadores verificaram que, em seu ciclo de vida completo, uma sacola plástica comum emite 1,5 kg de gás carbônico e outros gases que contribuem para o aquecimento global. O dado já considera que 40% desse tipo de sacola são reutilizados com frequência pelos ingleses para acondicionar o lixo em casa. Já o ciclo de vida das outras sacolas têm um impacto bem maior: papel (5,53 kg), plástico resistente (21,5 kg) e algodão (271,5 kg). Isso é o que explica a necessidade de tantos reúsos para neutralizar a fabricação desses modelos, de acordo com a pesquisa.

Outro ponto importante foi a constatação de que, na Inglaterra, o uso de matérias-primas e a fabricação das sacolas concentram em média 70% dessas emissões de carbono. A partir desses dados, o estudo conclui ainda que sacolas que foram feitas para durar mais - como as de plástico mais resistente ou as de algodão - também exigem mais recursos para sua fabricação. Portanto, se não forem reutilizadas devidamente, o potencial de aquecimento global pode ser pior que o das sacolas plásticas.

domingo, 17 de abril de 2011

Ponto Frio x Walmart

Uma cadeira de escritório. Uma simples cadeira. Onde se deve comprar? Uma opção seria uma loja que vende móveis. No centro de Vitória, Ponto-frio. Lá está a cadeira: na cor preta, revestimento de tecido, com rodinhas, sem amortecedor, regulagem, nada. Ela sequer gira. Suportes aparentes, acabamento pobre e um preço que poderia ser condizente: R$110,00 no cartão, sem direito a parcelamento. Realmente, o modelo a venda no Ponto Frio era por demais pobre. Lixo! Para completar, prazo de 5 dias úteis para entregar (vou acreditar). O negócio foi desistir e ir para o supermercado.
Walmart, o grande vilão do comércio, o que destrói os negócios locais. Símbolo do capitalismo mundial. Fui dar uma olhada na seção de móveis. Lá estava outra cadeira: também na cor preta, em tecido, altura e encosto reguláveis, dotada de amortecedor e acabamento honesto. Produto made in China, mas com preço justo: R$ 90,00, podendo parcelar em 6 vezes. Compra na caixa, desmontada, mas leva na hora. Manual de montagem em português, sem qualquer complicação. Em 5 minutos a cadeira estava montada e funcionando. A durabilidade só o tempo dirá, mas em comparação com a coisa tosca que o Ponto Fria oferecia, acredito que essa chinesa dure mais.
Walmart é aquilo que o consumidor espera. Não tem frescura, vendedor te empurrando refugo, preço e condições adequados. Atendimento honesto. Se explora os trabalhadores é outra história. Se destrói o comércio local, ótimo. Não estou preocupado com o ganha-pão de empresários "espertos".

domingo, 9 de janeiro de 2011

Coisas que eu uso e não estão mais disponíveis para comprar (ou são difíceis de encontrar)

Cortina de trilho;
Carpete de pelo médio;
Lençol sem elástico;
Receptor de parabólica com sintonizador da faixa de som;
Vendedor honesto;
TV com saída de vídeo;
Calça jeans não pré-desbotada;
Espelho de banheiro, c/ armário de embutir;
Aparelho de DVD de mesa, com gravador;
Assistência técnica competente.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Fechando o ano

Com a alta dos últimos dois pregões, o Ibovespa fechou 2010 com alta de 1,05%, o que não compensa a inflação. Já minha carteira, com mais de 30 ativos, teve valorização de 10,8%. O ganho obtido com as ações foi inferior ao registrado pelo fundos imobiliários, que renderem, na média, 20% no ano. Somando as demais aplicações, com peso maior para a renda fixa, o rendimento obtido no ano foi de 16,1%, valor consideravelmente menor do que o obtido em 2009, mas adequado a um perfil conservador.